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AGC mobiliza comunidade em campanha para doar novo foco cirúrgico ao Hospital de Crissiumal

Associação busca arrecadar R$ 40 mil para aquisição de equipamento destinado ao HCC

A Associação Gremistas de Crissiumal (AGC) lançou uma nova campanha beneficente com o objetivo de arrecadar R$ 40 mil para a aquisição de um novo foco cirúrgico, que será posteriormente doado ao Hospital de Caridade de Crissiumal (HCC).

Na manhã deste sábado (11/07), a reportagem do Guia Crissiumal esteve com o presidente da AGC, José Thums, com Andréia Haas, também integrante da associação, e com Ângela Fabiane Stefler Prediger, representando o HCC. Eles apresentaram detalhes da iniciativa, que é mais uma ação solidária promovida pela entidade em benefício da comunidade local.

A Associação Gremistas de Crissiumal é reconhecida regionalmente pelas diversas contribuições realizadas ao longo dos anos, auxiliando entidades e projetos do município.

Representando o administrador/interventor do HCC, Sérgio Blumke, Ângela Prediger agradeceu a iniciativa da AGC e destacou a importância da mobilização. Ela também ressaltou que ações como essa podem servir de exemplo para outras entidades que desejem colaborar com melhorias para o hospital.

Os números da ação entre amigos estão sendo comercializados pelo valor de R$ 10,00 e podem ser adquiridos com integrantes da direção da AGC ou com colaboradores do Hospital de Caridade de Crissiumal.

Os participantes concorrerão aos seguintes prêmios:

1º prêmio: R$ 3.000,00

2º prêmio: R$ 2.000,00

3º, 4º e 5º prêmios: R$ 1.000,00 cada

6º, 7º, 8º, 9º e 10º prêmios: R$ 500,00 cada

O sorteio será realizado no dia 15 de agosto, durante o Baile da AGC.

A iniciativa tem como objetivo proporcionar ao Hospital de Caridade de Crissiumal um novo equipamento para o bloco cirúrgico, contribuindo para a melhoria da estrutura e do atendimento oferecido à população.

Postado por: Clecio Marcos Bender Ruver
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SSP divulga estatísticas atualizadas de criminalidade de Crissiumal

Após três anos sem registros, município volta a contabilizar homicídio

A Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP/RS) divulgou nesta quinta-feira (10/07) as estatísticas atualizadas de criminalidade dos municípios gaúchos. O levantamento realizado pelo Guia Crissiumal, com base nos dados disponibilizados pela SSP, aponta que o município voltou a registrar um homicídio após três anos sem ocorrências dessa natureza.

Crissiumal não havia registrado homicídios nos anos de 2023, 2024 e 2025. O último caso antes do atual havia ocorrido em 2022, quando foram contabilizados quatro homicídios no município.

O homicídio registrado neste ano ocorreu no mês de maio e está relacionado ao caso que ganhou repercussão nesta semana, envolvendo a morte de um bebê de dois meses. Os pais da criança foram presos e são acusados pelo crime.

Confira o histórico de homicídios registrados em Crissiumal nos últimos anos:

2025 – 0

2024 – 0

2023 – 0

2022 – 4

2021 – 0

2020 – 1

2019 – 0

2018 – 3

2017 – 0

2016 – 2

2015 – 1

Demais indicadores criminais

Entre as ocorrências registradas no mês de junho de 2026 em Crissiumal, aparecem:

02 furtos;

01 estelionato;

01 delito relacionado a armas e munições;

03 ocorrências de tráfico de entorpecentes.

No acumulado do ano, o município registra:

01 homicídio doloso;

28 furtos;

01 abigeato;

01 furto de veículo;

27 estelionatos;

02 delitos relacionados a armas e munições;

01 ocorrência de posse de entorpecentes;

04 ocorrências de tráfico de entorpecentes.

Os dados são referentes aos registros oficiais da Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul.

 

Fonte: Guia Crissiumal

Postado por: Clecio Marcos Bender Ruver
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MP se manifesta sobre morte de bebê em Crissiumal

Prisão preventiva foi requerida pelo MP

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) denunciou os pais de um bebê de dois meses pela morte da criança ocorrida em 8 de maio deste ano, em Crissiumal. A denúncia foi apresentada em 3 de julho pelo promotor de Justiça Ronaldo Adriano de Almeida Arbo, que também requereu à Justiça a decretação da prisão preventiva do casal, cumprida em 9 de julho.

Os denunciados respondem por homicídio qualificado contra menor de 14 anos, em razão da condição da vítima e do fato de serem seus pais, além do descumprimento do dever legal de proteção e cuidado.

Conforme a denúncia, os pais teriam agido em conjunto e submetido o filho a intensa violência física, por meio de sucessivos golpes contundentes e vigorosos movimentos de aceleração e desaceleração corporal, compatíveis com o mecanismo conhecido como Síndrome do Bebê Sacudido.

De acordo com o laudo de necropsia, o óbito decorreu de "desorganização do tecido encefálico consecutiva a extenso hematoma subdural provocado por ação contundente". Em termos mais simples, a perícia concluiu que a criança sofreu uma grave lesão cerebral causada por forte trauma, que provocou um extenso sangramento dentro do crânio e danos severos ao cérebro, resultando em sua morte. A investigação apontou ainda a existência de múltiplas lesões traumáticas pelo corpo da vítima. E que o sangramento intracraniano que causou a morte estava relacionado a um evento traumático recente.

A denúncia sustenta que a vítima estava sob os cuidados exclusivos do casal no período em que sofreu as lesões fatais, sem qualquer indicativo da participação de terceiros. Conforme o promotor de Justiça, um dos pais teria praticado diretamente as agressões, enquanto o outro, mesmo tendo o dever legal de proteger o filho e condições de impedir a violência ou prestar socorro imediato, permaneceu inerte, contribuindo para o resultado.

O MPRS também aponta que, após os fatos, os denunciados teriam apresentado versões incompatíveis com as conclusões periciais, tentando atribuir as lesões a acidentes domésticos e a fatos anteriores.

Na representação pela prisão preventiva, o promotor de Justiça Ronaldo Adriano de Almeida Arbo argumentou que a medida é necessária para a garantia da ordem pública e para a preservação da instrução criminal, diante da gravidade do caso.

 

Texto / Fonte / Foto: MP RS 

Postado por: Clecio Marcos Bender Ruver
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